terça-feira, 4 de agosto de 2009

Lula e o caso José Sarney.

Lula em 17 de junho: “Sarney tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como uma pessoa comum. O que ganharia o Senado em ter uma contratação secreta se tem mais de 5 mil funcionários transitando por aqueles corredores? Por que haveria de ter alguém secreto? O que não se pode é todo dia mudar uma vírgula e repetir a mesma matéria. O resultado da política de denuncismo não é bom. A imprensa corre o risco porque ela também tem de ter a certeza de que não pode ser desacreditada”

Lula em 23 de julho: “Sarney foi eleito, os senadores elegeram ele. O que não pode é em um país que tem coisas importantes para fazer a gente ficar um mês inteiro tratando de coisas menores”.

Lula em 25 de julho: “Não se pode vender tudo como se fosse um crime de morte. Uma coisa é matar, outra é roubar, outra é pedir emprego, outra coisa é relação de influência, outra é lobby”.

Lula em 30 de julho: “Sarney não é problema meu”.


"Quem cultiva valores morais tem de enfrentar a própria consciência, todas as noites, durante os 10 minutos que precedem o sono ou anunciam que não virá tão cedo. Lula não sabe o que é isso."( Augusto Nunes).



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