Parabéns Ivan Rocha. Você é um brasileiro digno e que deve ser seguido. Em meio ao bando que ladrões corruptos que vemos todos os dias é muito reconfortante saber que ainda existem brasileiros como você. Que muitos sigam seu exemplo e que essa corja de populistas vá para o lugar que merecem estar.domingo, 9 de agosto de 2009
Esse é brasileiro e não desiste nunca!
Parabéns Ivan Rocha. Você é um brasileiro digno e que deve ser seguido. Em meio ao bando que ladrões corruptos que vemos todos os dias é muito reconfortante saber que ainda existem brasileiros como você. Que muitos sigam seu exemplo e que essa corja de populistas vá para o lugar que merecem estar.sábado, 8 de agosto de 2009
"Eles so sabe joga preeda!"
Se orgulha tanto, e faz tanta questão de manter sua popularidade alta que, além de adotar sua política populista ele daz questão de abandonar qualquer um dos seus "companheiros" que possam manchar sua popularidade. José Dirceu, Antonio Palocci e José Sarney são apenas os principais exemplos disso. Quem será o próximo? Dilma Rousseff? Será que nas próximas eleições Lula ainda terá candidato, ou ele "se livrará de todos? O que aconteceria com o Brasil se o companheiro Chávez começasse a considerar que o Brasil ,ou que os brasileiros, fazem mal a popularidade do nosso populista?
Pra que cobrar integridade e lealdade do presidente? isso,assim como honra, é coisa do passado...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
O respaldo da insgurança no Brasil.
Ora, qual é a diferença entre roubar uma bolsa e roubar um carro? Nenhuma. Ambos são roubos. A situação de penúria em que se encontra a segurança do país causa isso nas pessoas. A insegurança é coisa tão normal que se tornou, para o senso comum, parte das relações sociais. E somos nós que estamos errados ao sermos roubados, por ser displicente ou por "ostentar" demais(como alguns dizem). Já fui obrigado a escutar de um estudante universitario, que um cidadão que teve um laptop de 6 mil reais furtado ao ir trabalhar mereceu ser roubado, por que queria ostentar andando com um eletronico desse valor. Porra! Será que não temos mais o direito de ter um bom computador, pago pelo nosso suor e pelo nosso trabalho. Qual terá sido o impacto financeiro na vida dessa pessoa que foi roubada?
São esses tipos de comentários de pessoas sem senso critico, como no primeiro caso, e de idiotas de esquerda, que defendem os mais variados crimes, como no segundo caso, que legitimam e respaldam a insegurança no Brasil.
Quem não lembra do presidente Lula dizendo que os crimes devem ser tratados de forma diferente? Segundo ele roubar, matar e assinar atos secretos no senado são coisas muito diferentes. Mas não são, todas são crimes e devem ser julgadas como tal. A única diferença que vejo, nos casos citados, é que o assassinato, assim como o estupro, devem ser julgados com pena de morte.
Enquanto não mudarmos essa mentalidade não vamos conseguir vencer o problema da insegurança brasileira, continuaremos sendo refém de pessoas que vivem na ilegalidade, à margem da sociedade, e que parecem ser estimuladas pelo atual governo brasileiro.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Candidata de Lula a presidência.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Como todo país rico que se preze...
Basta! Assim não pode, assim não dá!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Brasileiros do meu país, uni-vos!
Se encontrar o telefone do doutor e perder a vergonha de vez, também vou exigir uma bolsa-ditadura. Por Augusto Nunes
Na tarde de 11 de agosto de 1969, no bar em frente da Faculdade Nacional de Direito, eu festejava o reencontro com a namorada que saíra de circulação havia um mês, ao saber que a Justiça decretara sua prisão preventiva. Tinha 19 anos, um copo de chope na mão e ideias lascivas na cabeça: além do fim do sumiço, comemorava antecipadamente outra noite de pecados. O castigo chegou primeiro, anunciado por um leve toque no ombro e formalizado por um substantivo: ” Polícia”, resumiu um dos quatro homens repentinamente hasteados em torno da mesa.
Usavam os paletós compridos demais e apertados demais que os sherloques brasileiros muito apreciam por se acharem mais altos e menos gordos do que efetivamente são. Depois fiquei sabendo que foram até lá à procura da moça. Resolveram levar-me como brinde ao descobrirem que também era diretor do Caco Livre. Separados, embarcamos em fuscas disfarçados de táxis rumo à sede da PM na Rua Frei Caneca. Nunca mais voltei a encontrá-la.
Isso já vale uma bolsa-ditadura, certo? A coisa não era ideologia nem opção política, mas investimento, constatou Millôr Fernandes. Se muita gente que só ficou presa em congestionamento de trânsito virou bolsista, um dia de cadeia no inverno de 1969 merece imediata reparação em dinheiro vivo. Pois foram quatro dias e meio. Como as horas na gaiola são mais longas, posso arredondar para cinco.
Na noite de 15 de agosto, depois de duas escalas de dois dias no prédio da Aeronáutica ao lado do Aeroporto Santos Dumont e na Base Aérea do Galeão, o major que acabara de me interrogar ordenou que eu desse o fora. Saí com a roupa que usava no momento da captura. COMUNISTA, ele antes havia anotado com letras graúdas e escuras na minha ficha.
Procure esse papel, sopra meu lado escuro ao escutar, de novo, o apito do trem-pagador pilotado pela Comissão de Anistia. A farra não pode parar, há milhares de passageiros a recolher. Aquela anotação em letra de forma pode valer a dianteira na fila dos jornalistas pedintes. Para acomodar-me na poltrona mais espaçosa do vagão, convém esquecer que não fui submetido a sessões de tortura. Melhor lembrar apenas que passei horas a fio de cócoras, mãos algemadas sob a perna, ouvindo perguntas tediosas e redundantes feito letra de samba-enredo. Como estou vivo, não custa caprichar na cara de zumbi e falar com voz de condenado à danação perpétua.
É verdade que meio mundo viveu experiências parecidas. É verdade que nove em 10 militantes do movimento estudantil souberam o que é o silêncio imposto a presos incomunicáveis, o cheiro de animal sem banho, a sensação de impotência absoluta, a vida suspensa no ar. E daí? Que sejam todos premiados. Os contribuintes nem vão notar que mais 1 bilhão saiu pelo ralo. Nenhuma despesa é desperdício se destinada a garantir aos sócios do Clube dos Heróis da Resistência o direito a indenizações milionárias, mensalidades de bom tamanho, empregos federais e outras condecorações em dinheiro.
Como a turma toda, também teria ido longe na vida se escapasse daquele agosto. O diretor da faculdade, que soubera de tudo, avisou em dezembro que me expulsaria se não tratasse já no dia seguinte da transferência para outras paragens. Só o Mackenzie me engoliu. Não engoli o Mackenzie daquele tempo e virei jornalista. Fica estabelecido, portanto, que não pendurei na parede o diploma de bacharel porque a ditadura me perseguiu por motivos políticos.
Só por isso não fui advogado, juiz, desembargador e ministro do Supremo Tribunal Federal. Muita pretensão? Não é: até Nelson Jobim já andou usando a toga. Mereço ser aposentado com o salário de ministro do STF. É pedir demais? Engano: o ex-capitão Carlos Lamarca foi promovido a general depois de morto, o que garantiu uma velhice tranquila à mulher que abandonou.
Argumentos tenho de sobra. Só está faltando achar o número do telefone do doutor Luiz Eduardo Greeenhalgh, que merece a porcentagem que leva de cada indenizado porque ganha todas, e perder a vergonha de vez.
Augusto Nunes.
O presidente pediu. Os senadores atenderam.
Senadores contrários a Sarney articulam um boicote nas sessões em plenário caso ele fique na presidência e o Conselho de Ética arquive as cinco representações e seis denúncias protocoladas - referentes a nepotismo, envolvimento em atos secretos e desvio de recursos da Petrobrás pela Fundação José Sarney."Não terá como fazer votação. O presidente Sarney vai perceber isso", disse Cristovam Buarque (PDT-DF). "Não é golpe. É um direito nosso de não ir às sessões. Um desconhecimento à autoridade do senador. Ele não tem mais condições de continuar." Estadão online.
Lula e o caso José Sarney.
Lula em 17 de junho: “Sarney tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como uma pessoa comum. O que ganharia o Senado em ter uma contratação secreta se tem mais de 5 mil funcionários transitando por aqueles corredores? Por que haveria de ter alguém secreto? O que não se pode é todo dia mudar uma vírgula e repetir a mesma matéria. O resultado da política de denuncismo não é bom. A imprensa corre o risco porque ela também tem de ter a certeza de que não pode ser desacreditada”
Lula em 23 de julho: “Sarney foi eleito, os senadores elegeram ele. O que não pode é em um país que tem coisas importantes para fazer a gente ficar um mês inteiro tratando de coisas menores”.
Lula em 25 de julho: “Não se pode vender tudo como se fosse um crime de morte. Uma coisa é matar, outra é roubar, outra é pedir emprego, outra coisa é relação de influência, outra é lobby”.
Lula em 30 de julho: “Sarney não é problema meu”.
"Quem cultiva valores morais tem de enfrentar a própria consciência, todas as noites, durante os 10 minutos que precedem o sono ou anunciam que não virá tão cedo. Lula não sabe o que é isso."( Augusto Nunes).
domingo, 2 de agosto de 2009
Brasil, o país do futebol...
‘Ou tem uma lei proibindo a venda de jogadores no meio do campeonato, ou você muda o calendário brasileiro’, diz presidente.
Em reportagem ao globoesporte.com, o presidente mostra preocupação incomum com os problemas que o futebol nacional vem sofrendo nesse periodo de "janela" entra o futebol europeu e o futebol brasileiro. Para garantir a boa fé do presidente, vamos esquecer sua preocupação com o "desmanche", mencionado pela reportagem, do Corinthians, time de coração do presidente, e vamos acreditar que ele esta preocupado, apenas, com a maior paixão nacional.
O presidente se mostra indignado com o que esta acontecendo com o futebol brasileiro e promete tomar providencias.
Já não era sem tempo, enfim vemos nosso presidente com vontade de tomar uma atitude, ja que nos eventos políticos ele nunca vê nada e não sabe de nada, nem deveriar ver, muito menos saber, não é problema dele mesmo.
Mas o futebol é diferente, o futebol brasileiro é nosso maior orgulho e legado. De futebol o presidente intende. Disso ele precisa entender.
Eu também amo o futebol, mas será mesmo que isso é mais importante que os inumeros problemas políticos e administrativos que assolam o Brasil. Será que isso é tão importante que merece atenção desmedida do presidente da república, já não existe a CBF?
Sejamos otimistas, vamos ver o lado positivo. Ao menos o presidente se mostra preocupado. Isso ja parece ser um grande passo.
Lula pede cautela a Mercadante
sábado, 1 de agosto de 2009
Vegonha, Demagogia, Hipocrisia!
"BRASÍLIA - O desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), proibiu o jornal "O Estado de S.Paulo" de publicar reportagens que contenham informações da Operação Faktor, mais conhecida como Boi Barrica. O recurso judicial, que pôs o jornal sob censura, foi apresentado pelo empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP)."
O que é isso? Viramos o quintal dos Sarney?? O tal desembargador, amigo pessoal de José Sarney, decretou ontem a CENSURA ao jornal Paulista, e foi além. Determinou multa de 150 mil reais por cada reportagem publicada por qualquer meio de comunicação que fizesse qualquer menção as reportagens publicadas. Isso é uma VERGONHA!
Nessa hora eu me pergunto, onde estão os membros do PT, PCdB, PSDB e todos esses partidos de esquerda que se dizem defensores dos direitos de liberdade, inclusive da liberdade de imprensa. Onde estão as autoridades desse país que assistem a esse circo sem se pronunciar. DEMAGOGOS!
Essa gente que está no poder, construiu sua vida política com discursos contra a repressão, e estão calados diante de uma clara situação de repressão, que fere o direito de imprensa. Pra beneficiar um deles a CENSURA parece ser uma meio licito. Assim como o presidente Lula, que passou mais de uma década censurando as politicas do seu antecessor, critica a nossa indústria e diz que vai buscar fornecedores no mercado externo. HIPÓCRITAS!