Hoje a noite os cidadãos viram, nos noticiários das redes de TV aberta, que nosso presidente, mais uma vez, abriu mão dos direitos do povo brasileiro ao negociar o pagamento de um bônus aos paraguaios pela produção de energia na usina hidrelétrica de Itaipu. Existe um acordo assinado entre os dois países que diz que o Brasil deve pagar uma quantia, ou um bônus como foi anunciado, pela exclusividade ao direito de comprar essa energia que seria do Paraguai.
O presidente paraguaio, o senhor Fernando Lugo, achou por bem exigir do presidente brasileiro uma renegociação da quantia, ou bônus, pago pelo nosso país para ter direito a essa exclusividade e mais uma vez nosso presidente, um exemplo na defesa dos direitos do cidadão brasileiro, resolveu, com o perdão da expressão, " abrir as pernas" do nosso país e aumentar em 240 milhões de dolares,por ano, o valor do contrato. E agora presidente quem paga essa conta?
Ao ser indagado sobre o aumento do valor da energia comprada o presidente disse que gostaria que a conta não fosse mandada ao povo. Seria ótimo que o povo brasileiro que, em sua maioria, ganha cerca de 465 por mês não tivesse que pagar essa conta, mas como qualquer pessoa que tenha feito o ensino médio sabe quando aumenta o custo de produção aumenta o valor ao consumidor, ou seja, sua expectativa, senhor presidente, não deve se confirmar. O aumento do preço da nossa energia é um assunto de extrema relevância para a nossa população mas nesse caso em particular não é o que mais me preocupa. De maneira incomum o fato de o presidente, mais uma vez, ceder a pressão de lideranças sulamericanas, em detrimento dos interesses brasileiros, também não é o que me traz dores de cabeça. Nesse caso em especial o que me deixa mais preocupado é a incapacidade do presidente de gerir o país, não que já não tivesse notado isso, mas dessa vez, me parece, que ficou mais claro que nunca, como é que o senhor Luís Inácio da Silva toma uma decisão que aumenta em 240 milhões de dolares por ano as dividas do nosso país e nem ao menos sabe de onde tirar o dinheiro pra pagar a conta?! Desejar que o brasileiro não tenha que pagar o aumento da energia é admirável, mas quando se trata de administrar o bem estar de uma nação só desejo não basta, precisamos de vontade, honestidade, coragem e, principalmente, responsabilidade.
O presidente paraguaio, o senhor Fernando Lugo, achou por bem exigir do presidente brasileiro uma renegociação da quantia, ou bônus, pago pelo nosso país para ter direito a essa exclusividade e mais uma vez nosso presidente, um exemplo na defesa dos direitos do cidadão brasileiro, resolveu, com o perdão da expressão, " abrir as pernas" do nosso país e aumentar em 240 milhões de dolares,por ano, o valor do contrato. E agora presidente quem paga essa conta?
Ao ser indagado sobre o aumento do valor da energia comprada o presidente disse que gostaria que a conta não fosse mandada ao povo. Seria ótimo que o povo brasileiro que, em sua maioria, ganha cerca de 465 por mês não tivesse que pagar essa conta, mas como qualquer pessoa que tenha feito o ensino médio sabe quando aumenta o custo de produção aumenta o valor ao consumidor, ou seja, sua expectativa, senhor presidente, não deve se confirmar. O aumento do preço da nossa energia é um assunto de extrema relevância para a nossa população mas nesse caso em particular não é o que mais me preocupa. De maneira incomum o fato de o presidente, mais uma vez, ceder a pressão de lideranças sulamericanas, em detrimento dos interesses brasileiros, também não é o que me traz dores de cabeça. Nesse caso em especial o que me deixa mais preocupado é a incapacidade do presidente de gerir o país, não que já não tivesse notado isso, mas dessa vez, me parece, que ficou mais claro que nunca, como é que o senhor Luís Inácio da Silva toma uma decisão que aumenta em 240 milhões de dolares por ano as dividas do nosso país e nem ao menos sabe de onde tirar o dinheiro pra pagar a conta?! Desejar que o brasileiro não tenha que pagar o aumento da energia é admirável, mas quando se trata de administrar o bem estar de uma nação só desejo não basta, precisamos de vontade, honestidade, coragem e, principalmente, responsabilidade.
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